segunda-feira, 7 de julho de 2008

quando não bate legal

Você está no meio da pista.

Sua boca fica seca.

Suas mãos suam.

Durante alguns segundos, só escuta a sua respiração.

O coração bate cada vez mais rápido, como se fosse sair pela sua boca.

Você é o centro das atenções. Ou pelo menos acha que é.

Quando volta em si e escuta a música, se sente o mais especial de todos, vitorioso por ter saído bem mais uma vez.

Entretanto, pode ouvir sinos e então meu amigo, aquela depressão profunda é que vai bater.

Muitas vezes a coisa passa de forma normal, sem grandes emoções, e você pergunta se vale a pena passar por tudo isso?

A resposta vem de prontidão. Sim!

Vale cada segundo, cada centavo.

Mas se errar a dose, pode ser fatal.

Um fraquejar das pernas, uma pressão extra ou uma distância errada podem te levar ao chão.












Por sorte a Ornella é um amor. Fez de tudo para não pisar nele e ficou paradinha. Se fosse um cavalo mais arisco ou mesmo assustado, Doda já estaria fora de Pequim ou até mesmo deste mundo.

10 comentários:

Serginho Tavares disse...

você não conhece recife
ô povo chaaaaaaaaaaaaato

so tem duas boites gays na cidade uma é um pouco mais cara e dai vão os carudos que eu falei.
e a outra é tão barata que quem vai se der mole volta sem os pertences....

valeu por comentar em meu blog
volte sempre
abs

Ludwig disse...

que barra, einh? por isso eu só monto em touro mecânico. :B

Leo Lazzini disse...

nossa, esse ultimo paragrafo seu foi forte heim?!

Marco disse...

É bem por aí mesmo!
Adoro suas metáforas!

Alexandre Lucas disse...

Muita colocação, pra pouca droga, kkkk

Klero disse...

=D
misleading!!!

Goiano disse...

vc escreve um post desse só pra me deixar de perna bamba!!!

uhauhauha adoro

Alberto Pereira Jr. disse...

muito boa a maneira como vc escreveu.. já tava pensando que se tratava de uma noite em q vc tinha tomado balada

Tony Goes disse...

texto malandrinho, hein? Depois você jura que nunca experimentou nada mais forte que uma caipirinha... sei, sei.

Alexandre Lucas disse...

Tony, sempre achei os que se dizem mais bobinhos os mais perigosos...