No meio do ano passado me apaixonei pela primeira vez na vida e acreditava ser a recíproca verdadeira, até saber que eu era o outro.
Mesmo assim, já se passaram seis meses e ainda não superei. Durou um mês, com vários cinemas, jantares, Haagen-Dasz vendo seriados e pencas de beijos e abraços como nunca tinha acontecido antes comigo.
Mas a confiança acabando dessa maneira, ficava difícil saber se realmente estava trabalhando até altas horas ou jantando com sua mãe.
Desde então percebi que fiquei mais duro com prospects, chegando a ter medo de ficar com alguém e tomar na cara. Cheguei a dar botas em caras legais, com medo do que poderia acontecer.
Percebi também ser esse o motivo de, as vezes, ficar rabugento em baladas, algo que nunca tinha ocorrido na vida, pois, sou apaixonado pela noite.
Pelo menos há um bom tempo não venho derrubando lágrimas por quem não merece.
Enquanto isso, o Cake me da forças para superar o fdp (porque Gloria Gaynor e Vanusa é muita feminilidade, certo alê?)
domingo, 20 de janeiro de 2008
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
gordo e bêbado
Será o resumo do meu final de semana.
Sábado começa com café-da-manhã fora de casa, revendo very old friends. No por do sol, lanche no apê novo de um casal querido. Após, esquenta básico e depois sigo para o niver open bar de um blogueiro dos meus rehabs.
Domingo tenho dois churrascos. Um de família e outro de amigos.
Tá explicado o porque do meu estômago não sarar.
Bem, ainda estamos na sexta. Estou aceitando sugestões ;-)
Sábado começa com café-da-manhã fora de casa, revendo very old friends. No por do sol, lanche no apê novo de um casal querido. Após, esquenta básico e depois sigo para o niver open bar de um blogueiro dos meus rehabs.
Domingo tenho dois churrascos. Um de família e outro de amigos.
Tá explicado o porque do meu estômago não sarar.
Bem, ainda estamos na sexta. Estou aceitando sugestões ;-)
cade a força?
Pior do que acabar a luz, é ter de ouvir aquela música medonha da Eletropaulo.
Basta cair uma chuva forte aqui na roça para a luz oscilar. E na última semana, por duas vezes a luz se foi e me obrigou a ir dormir mais cedo.
Mas a coisa está ficando feia viu, porque ontem, com o céu limpo, ficamos sem luz umas 3 horas de tarde e de noite ficamos novamente sem luz, só voltando lá pelas 4 da manhã.
Isso lembra meus tempos de infância, porque bastava um vento forte para a luz acabar. E na época do modem discado, bastava acabar a luz, que ele ia para o espaço. Inferno viu.
Só espero que a Eletropaulo ao menos troque a música, até porque pelo visto terei de ouví-la bastante nesse verão.
Basta cair uma chuva forte aqui na roça para a luz oscilar. E na última semana, por duas vezes a luz se foi e me obrigou a ir dormir mais cedo.
Mas a coisa está ficando feia viu, porque ontem, com o céu limpo, ficamos sem luz umas 3 horas de tarde e de noite ficamos novamente sem luz, só voltando lá pelas 4 da manhã.
Isso lembra meus tempos de infância, porque bastava um vento forte para a luz acabar. E na época do modem discado, bastava acabar a luz, que ele ia para o espaço. Inferno viu.
Só espero que a Eletropaulo ao menos troque a música, até porque pelo visto terei de ouví-la bastante nesse verão.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
dr. certinho, again - bmef3, again
Nunca tinha pisado no Trabalhista de Carapicuíba. It´s unbeliveble!!!
O Fórum fica em uma casa adaptada. Entra-se pelo hall. A sala de audiência fica na sala de jantar, com vista para a rua. Para se chegar ao cartório, pega-se um corredor lateral e chega-se onde era a cozinha. Para chegar na sala da OAB, você passa pelo quintal da casa, que tem um refeitório onde seria a lavanderia.
E quem estava lá? Dr. Certinho.
Pelo menos dessa vez ele foi rápido (atrasou somente uma hora e meia) e novamente deu acordo. Mas eu me retorcia por completo, por culpadele de um piriri que enfrento desde segunda-feira e já me fez perder um coreano ontem e um cosmo hoje.
Fui no médico e não é nada grave, mas terei de levar potinhos ao laboratório em 4 dias diferentes. Fala sério!
E peço uma coisa. NÃO ME FALEM EM BM&F. Cada dia que passa as ações caem mais e mais. Hoje fechou em R$ 15,19.
Vou simplesmente apagá-las da minha memória e esquecer delas, até atingir um valor razoavel e desistir de ser especulador. Quer dizer, tentar esquecer, porque de tempos em tempos vou receber juros sobre o capital. E que juros:
15/01 JR S/CAP BMF 1,28
O Fórum fica em uma casa adaptada. Entra-se pelo hall. A sala de audiência fica na sala de jantar, com vista para a rua. Para se chegar ao cartório, pega-se um corredor lateral e chega-se onde era a cozinha. Para chegar na sala da OAB, você passa pelo quintal da casa, que tem um refeitório onde seria a lavanderia.
E quem estava lá? Dr. Certinho.
Pelo menos dessa vez ele foi rápido (atrasou somente uma hora e meia) e novamente deu acordo. Mas eu me retorcia por completo, por culpa
Fui no médico e não é nada grave, mas terei de levar potinhos ao laboratório em 4 dias diferentes. Fala sério!
E peço uma coisa. NÃO ME FALEM EM BM&F. Cada dia que passa as ações caem mais e mais. Hoje fechou em R$ 15,19.
Vou simplesmente apagá-las da minha memória e esquecer delas, até atingir um valor razoavel e desistir de ser especulador. Quer dizer, tentar esquecer, porque de tempos em tempos vou receber juros sobre o capital. E que juros:
15/01 JR S/CAP BMF 1,28
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
lá vou eu
Estou de partida para o interior, onde terei um casamento. Ficarei então sem dar notícias, por aqui e nos vizinhos, até segunda.
Enquanto isso, fiquem com o blog do Reinaldo Azevedo. Leiam ao menos os tópicos sobre a venda da Brasil Telecom para a Telemar, empresa sócia do Lulinha na Gamecorp.
Tudo bem que os pais sempre gostam do progresso dos seus filhos e sempre fazem de tudo para criarem suas asas e voarem alto, mas alterar uma lei para beneficiar a sócia do seu filho?
É por essas e outras que busco meu passaporte Europeu.
Enquanto isso, fiquem com o blog do Reinaldo Azevedo. Leiam ao menos os tópicos sobre a venda da Brasil Telecom para a Telemar, empresa sócia do Lulinha na Gamecorp.
Tudo bem que os pais sempre gostam do progresso dos seus filhos e sempre fazem de tudo para criarem suas asas e voarem alto, mas alterar uma lei para beneficiar a sócia do seu filho?
É por essas e outras que busco meu passaporte Europeu.
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
explode coração
Lembram que falei, no finalzinho de 2007, sobre as ações da BM&F. Hora de vender para os especuladores, porque estavam ficando voláteis.
Como previ, elas chegaram a bater os R$ 25,00 no primeiro pregão de 2008, fechando em R$ 24,90.
Depois teve uma leve queda, se mantendo entre R$ 24,00 e R$ 25,00, nada fora do padrão que já vinha de dezembro.
Até que chegou a sexta-feira, e a coisa começou a degringolar, fechando hoje em R$ 20,55.
Além da queda geral, influenciadas pelas bad news americanas e alta do petróleo, o que pegou foi o aumento da CSLL, porque pega tanto a BM&F como a Bovespa, levando ambas um belo tombo do mercado, principalmente dos investidores estrangeiros.
Como miséria pouca é bobagem, o Merril Lynch me solta um relatório mandando vender, projetando o valor da BM&F para R$ 19,00, ajudando a derrubar ainda mais.
Logo em seguida a Win solta o seu mandando comprar, estimando fechar o ano em R$ 28,00 e o Morgan Stanley recomendando simplesmente manter, pois, vai voltar a se estabilizar em R$ 24,00.
Eu sigo a linha do manter/comprar. Primeiro porque em momentos de incerteza, o povo se joga no hedge para evitar maiores prejuízos, aumentando o movimento da BM&F, e assim seu faturamento e lucro. Depois, os commodities estão crescendo cada vez mais por aqui, e também são negociados na BM&F.
Na dúvida, aproveitei a baixa para complementar o que comprei no IPO e ficar com um lote padrão e esperar para ver como isso vai ficar. Pelo menos desde ontem, os preços estão andando de lado (não sobem nem descem muito).
A recomendação de amigos é aguardar a divulgação, até para ver quanto realmente a CSLL vai influenciar nos resultados. Além disso, se os dividendos forem bons, ainda dá pra levar um troco pra casa.
Mas que é preciso ter sangue frio para ver as ações caindo e não mandar vender, ah é viu e muito.
É por essas e outras que prefiro os fundos e deixar nas mãos de um expert, qualquer dia desses faço um post sobre eles.
Quanto as ações da Bovespa, hoje voltaram a se recuperar, até porque o motivo pelo qual o ML rebaixou a BM&F (que não vou adentrar por ser muito técnico, veja nos links abaixo) se realmente acontecer, irá favorecer a Bovespa.
Saiba mais em
Infomoney
Portal Exame
Como previ, elas chegaram a bater os R$ 25,00 no primeiro pregão de 2008, fechando em R$ 24,90.
Depois teve uma leve queda, se mantendo entre R$ 24,00 e R$ 25,00, nada fora do padrão que já vinha de dezembro.
Até que chegou a sexta-feira, e a coisa começou a degringolar, fechando hoje em R$ 20,55.
Além da queda geral, influenciadas pelas bad news americanas e alta do petróleo, o que pegou foi o aumento da CSLL, porque pega tanto a BM&F como a Bovespa, levando ambas um belo tombo do mercado, principalmente dos investidores estrangeiros.
Como miséria pouca é bobagem, o Merril Lynch me solta um relatório mandando vender, projetando o valor da BM&F para R$ 19,00, ajudando a derrubar ainda mais.
Logo em seguida a Win solta o seu mandando comprar, estimando fechar o ano em R$ 28,00 e o Morgan Stanley recomendando simplesmente manter, pois, vai voltar a se estabilizar em R$ 24,00.
Eu sigo a linha do manter/comprar. Primeiro porque em momentos de incerteza, o povo se joga no hedge para evitar maiores prejuízos, aumentando o movimento da BM&F, e assim seu faturamento e lucro. Depois, os commodities estão crescendo cada vez mais por aqui, e também são negociados na BM&F.
Na dúvida, aproveitei a baixa para complementar o que comprei no IPO e ficar com um lote padrão e esperar para ver como isso vai ficar. Pelo menos desde ontem, os preços estão andando de lado (não sobem nem descem muito).
A recomendação de amigos é aguardar a divulgação, até para ver quanto realmente a CSLL vai influenciar nos resultados. Além disso, se os dividendos forem bons, ainda dá pra levar um troco pra casa.
Mas que é preciso ter sangue frio para ver as ações caindo e não mandar vender, ah é viu e muito.
É por essas e outras que prefiro os fundos e deixar nas mãos de um expert, qualquer dia desses faço um post sobre eles.
Quanto as ações da Bovespa, hoje voltaram a se recuperar, até porque o motivo pelo qual o ML rebaixou a BM&F (que não vou adentrar por ser muito técnico, veja nos links abaixo) se realmente acontecer, irá favorecer a Bovespa.
Saiba mais em
Infomoney
Portal Exame
sábado, 5 de janeiro de 2008
recomendações
Comprar a Revista Piauí deste mês, com a entrevista do Dirceu. Está divina, goste dele ou não. O texto ainda não está disponível na internet, mas a revista custa menos do que um valet.
Não comprar no Submarino quando tiver de usar o produto no prazo de entrega prometido. Comigo já falharam feio duas vezes em menos de 3 meses. Na última, ainda paguei mais caro porque o prazo era menor do que nas outras lojas online.
Diabéticos, cuidado com os doces da Ofner. Eles denominam de light por não ter adição de açúcar e informam que diabéticos podem consumir. Mentira! Isso porque os demais ingredientes são normais (leite, farinha, etc). Dê isso para uma criança com diabetes tipo 1 e verá seu índice glicêmico disparar.
Não comprar no Submarino quando tiver de usar o produto no prazo de entrega prometido. Comigo já falharam feio duas vezes em menos de 3 meses. Na última, ainda paguei mais caro porque o prazo era menor do que nas outras lojas online.
Diabéticos, cuidado com os doces da Ofner. Eles denominam de light por não ter adição de açúcar e informam que diabéticos podem consumir. Mentira! Isso porque os demais ingredientes são normais (leite, farinha, etc). Dê isso para uma criança com diabetes tipo 1 e verá seu índice glicêmico disparar.
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
glamour decadente ao quadrado
Como podem lugares decadentes sobreviverem no mundo do luxo e glamour?
Ok, eu até curto um glamour decadente, mas em lugares caídos, não vendido como de luxo.
Fiquei em São Paulo na virada, tendo um final de semana tranqüilo, com reencontros no Outback e Salve Jorge, finalizando na Loca, para aproveitar que segunda poderia acordar tarde (aliás, adorei ser apresentado oficialmente ao screwdriver pelo Alê, tks querido).
A ceia foi em casa, com alguns membros da família se matando no bacalhau feito pela minha vó.
Hoje fomos todos almoçar no Mofarrej. A última vez que pisei por lá, ainda era Sheraton. Fazia um bom tempo.
Fiquei chocado com a decadência do lugar.
A comida do restaurante, agora chamado Windows, continua boa, mas pelo preço cobrado (talvez por culpa do reveillon), deixou de ser honesto. Ah, a vista continua deslumbrante e ajuda a encarar o estado atual do hotel como um todo.
A decoração totalmente over remete aos anos 80. Até aí tudo bem, é um estilo e por ser um hotel mais conservador, acaba agradando seu público alvo. Mas o excesso de dourados e espelhos cansam.
No restaurante então, o carpete com motivos persas é de doer. Nesse ponto o Terraço Jardins Renaissance dá de 10. Mas em um embate entre os dois, o Windows leva pela vista.
Os elevadores são escuros e igualmente cheios de dourados e espelhos.
Nos quartos o dourado diminuiu. Pelo menos no andar denominado American Express, onde tinha tios hospedados. Mas a pintura dos corredores era tão marreta, chegava a chamar a atenção.
Apesar de ser uma suíte e ter até lavabo, o banheiro do quarto tinha uma banheira minúscula, daquelas de motéis mulambentos (não que eu os freqüente, hehehe). Não havia sequer sistema de hidromassagem.
As televisões, tanto do quarto como da sala, eram normais, de 29 polegadas e a decoração típica das grandes redes, normal para um hotel que não pretende ser design. Mas os móveis pareciam um pouco gastos, precisando de uma bela geral.
Em compensação a vista era de tirar o fôlego. Na sala de jantar então, que ficava na esquina do Trianon com a a Jaú, a vontade era de ficar observando a cidade de cima pelo resto da tarde.
Hey marketing da Amex, chequem o andar patrocinado, afinal, normalmente só associam a marca com coisas realmente boas. Beleza, o andar é de suítes, mas tem de ter ao menos uma pintura decente nas paredes.
Para finalizar a decadência, fomos tomar um café no lobby antes de irmos. O que é aquele lobby?
Tinha um sofá com almofada rasgada e outro forrado com um tecido sintético horrível, lembrava uma mistura de plástico com curvim.
Fomos embora em três carros, mas vinha um por vez, afinal, um manobrista basta para um hotel de luxo.
Com relação aos quartos, outros hotéis em São Paulo têm vistas semelhantes, por preços idem. Já restaurantes, pelo menos na região dos Jardins, não conheço. Talvez o The View, apesar de ter mais cara de bar do que restaurante, preciso ir conhecer lá.
Ainda não me conformei como a forma de tratamento dada pelo Melia ao Mofarrej. Tive a mesma sensação de quando fui há uns dois anos ao Maksoud, depois de mais de uma década, em um evento da Polícia Civil, e o auditório literalmente cheirava mofo. Não conseguia acreditar ser o mesmo lugar onde se comia maravilhosamente bem no Vikings e se tinham super festas no finado 150 (onde só consegui entrar com meu primo na última vez que passamos o ano lá).
Devem sobreviver somente por estarem bem localizados, ou talvez pela clientela de antigamente pega de surpresa, como aconteceu com meus tios.
Como a superstição diz ser a virada o que vai comandar o próximo ano, fico mais tranqüilo.
Um 2008 animal para todos!!!
Ok, eu até curto um glamour decadente, mas em lugares caídos, não vendido como de luxo.
Fiquei em São Paulo na virada, tendo um final de semana tranqüilo, com reencontros no Outback e Salve Jorge, finalizando na Loca, para aproveitar que segunda poderia acordar tarde (aliás, adorei ser apresentado oficialmente ao screwdriver pelo Alê, tks querido).
A ceia foi em casa, com alguns membros da família se matando no bacalhau feito pela minha vó.
Hoje fomos todos almoçar no Mofarrej. A última vez que pisei por lá, ainda era Sheraton. Fazia um bom tempo.
Fiquei chocado com a decadência do lugar.
A comida do restaurante, agora chamado Windows, continua boa, mas pelo preço cobrado (talvez por culpa do reveillon), deixou de ser honesto. Ah, a vista continua deslumbrante e ajuda a encarar o estado atual do hotel como um todo.
A decoração totalmente over remete aos anos 80. Até aí tudo bem, é um estilo e por ser um hotel mais conservador, acaba agradando seu público alvo. Mas o excesso de dourados e espelhos cansam.
No restaurante então, o carpete com motivos persas é de doer. Nesse ponto o Terraço Jardins Renaissance dá de 10. Mas em um embate entre os dois, o Windows leva pela vista.
Os elevadores são escuros e igualmente cheios de dourados e espelhos.
Nos quartos o dourado diminuiu. Pelo menos no andar denominado American Express, onde tinha tios hospedados. Mas a pintura dos corredores era tão marreta, chegava a chamar a atenção.
Apesar de ser uma suíte e ter até lavabo, o banheiro do quarto tinha uma banheira minúscula, daquelas de motéis mulambentos (não que eu os freqüente, hehehe). Não havia sequer sistema de hidromassagem.
As televisões, tanto do quarto como da sala, eram normais, de 29 polegadas e a decoração típica das grandes redes, normal para um hotel que não pretende ser design. Mas os móveis pareciam um pouco gastos, precisando de uma bela geral.
Em compensação a vista era de tirar o fôlego. Na sala de jantar então, que ficava na esquina do Trianon com a a Jaú, a vontade era de ficar observando a cidade de cima pelo resto da tarde.
Hey marketing da Amex, chequem o andar patrocinado, afinal, normalmente só associam a marca com coisas realmente boas. Beleza, o andar é de suítes, mas tem de ter ao menos uma pintura decente nas paredes.
Para finalizar a decadência, fomos tomar um café no lobby antes de irmos. O que é aquele lobby?
Tinha um sofá com almofada rasgada e outro forrado com um tecido sintético horrível, lembrava uma mistura de plástico com curvim.
Fomos embora em três carros, mas vinha um por vez, afinal, um manobrista basta para um hotel de luxo.
Com relação aos quartos, outros hotéis em São Paulo têm vistas semelhantes, por preços idem. Já restaurantes, pelo menos na região dos Jardins, não conheço. Talvez o The View, apesar de ter mais cara de bar do que restaurante, preciso ir conhecer lá.
Ainda não me conformei como a forma de tratamento dada pelo Melia ao Mofarrej. Tive a mesma sensação de quando fui há uns dois anos ao Maksoud, depois de mais de uma década, em um evento da Polícia Civil, e o auditório literalmente cheirava mofo. Não conseguia acreditar ser o mesmo lugar onde se comia maravilhosamente bem no Vikings e se tinham super festas no finado 150 (onde só consegui entrar com meu primo na última vez que passamos o ano lá).
Devem sobreviver somente por estarem bem localizados, ou talvez pela clientela de antigamente pega de surpresa, como aconteceu com meus tios.
Como a superstição diz ser a virada o que vai comandar o próximo ano, fico mais tranqüilo.
Um 2008 animal para todos!!!
domingo, 30 de dezembro de 2007
mudança de planos
Por culpa da agenda, do trânsito e de meliantes, não vou mais para Floripa.
Teríamos de voltar no dia 1º, por compromissos surgidos para o dia 2. Não seria interessante ficar só 2 dias.
Como iriamos de carro, seriam 16 horas de viagem para 48 em Jurerê. Mas claro que seriam bem mais do que 16. Teve gente que foi hoje de manhã e só chegou de noite em Curitiba, porque um acidente parou a Régis.
E para finalizar de vez qualquer hipótese de viagem, minha amiga foi assaltada. Mas não foi uma batida de carteira simples ou farol. Simplesmente entraram no estabelecimento dela e levaram a bolsa com TODOS os documentos, cartões, cheques, celular, nextel, câmera digital e demais tranqueiras que mulher adora levar na carteira.
Também levaram o dinheiro dela e claro, o caixa todo, pois, foi no final do expediente.
Para ajudar a aumentar a tensão, o cara ficou com a arma apontada e engatilhada na cabeça dela durante o assalto e a deixaram sem telefone, porque levaram o aparelho para ela não ter como chamar logo a polícia.
Mas não adiantou, porque o povo correu atrás e um vizinho percebeu e chamou a polícia, que prendeu um dos ladrões (infelizmente o que não estava com as coisas dela). Com isso foram mais 5 horas na delegacia para fazerem o Boletim de Ocorrência e lavrar o flagrante.
Portanto, vou ficar em São Paulo mesmo. Será bom no fim, porque vai dar para aproveitar mais um pouco minha casa, minha cachorra e também a minha família, já que a ceia nesse ano será aqui em casa.
Atualizando o final do post passado, quem ficar por Sampa avisa aê, para causarmos aqui na terra da garoa.
Teríamos de voltar no dia 1º, por compromissos surgidos para o dia 2. Não seria interessante ficar só 2 dias.
Como iriamos de carro, seriam 16 horas de viagem para 48 em Jurerê. Mas claro que seriam bem mais do que 16. Teve gente que foi hoje de manhã e só chegou de noite em Curitiba, porque um acidente parou a Régis.
E para finalizar de vez qualquer hipótese de viagem, minha amiga foi assaltada. Mas não foi uma batida de carteira simples ou farol. Simplesmente entraram no estabelecimento dela e levaram a bolsa com TODOS os documentos, cartões, cheques, celular, nextel, câmera digital e demais tranqueiras que mulher adora levar na carteira.
Também levaram o dinheiro dela e claro, o caixa todo, pois, foi no final do expediente.
Para ajudar a aumentar a tensão, o cara ficou com a arma apontada e engatilhada na cabeça dela durante o assalto e a deixaram sem telefone, porque levaram o aparelho para ela não ter como chamar logo a polícia.
Mas não adiantou, porque o povo correu atrás e um vizinho percebeu e chamou a polícia, que prendeu um dos ladrões (infelizmente o que não estava com as coisas dela). Com isso foram mais 5 horas na delegacia para fazerem o Boletim de Ocorrência e lavrar o flagrante.
Portanto, vou ficar em São Paulo mesmo. Será bom no fim, porque vai dar para aproveitar mais um pouco minha casa, minha cachorra e também a minha família, já que a ceia nesse ano será aqui em casa.
Atualizando o final do post passado, quem ficar por Sampa avisa aê, para causarmos aqui na terra da garoa.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
floripa, here we go
Fechado Floripa.
Será algo light, família, mas como terei amigos por lá e vou com a minha fag hag preferida...
Para entrar no clima, comprei "Todo Mundo que Vale a Pena Conhecer", leitura fácil e fútil. Ótimo para se ler jogado no sol ou em um sofá confortável.
Quem estiver por esses lados é só avisar para causarmos com os manés.
Será algo light, família, mas como terei amigos por lá e vou com a minha fag hag preferida...
Para entrar no clima, comprei "Todo Mundo que Vale a Pena Conhecer", leitura fácil e fútil. Ótimo para se ler jogado no sol ou em um sofá confortável.
Quem estiver por esses lados é só avisar para causarmos com os manés.
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