Tem gente que gosta de procurar sarna para se coçar. Já viram o Susto Sonique?
Depois é processado e reclama de ter azar na vida.
Só sei de uma coisa. Vou evitar tirar fotos no Sonique para não ver minha cara estampada lá. Afinal, quando se bebe umas e outras, pode-se ter fotos impublicáveis.
PS: Toda vez que lembro do vídeo do "Ai que susto!" caio na gargalhada e agradeço mais uma vez por existir o SBT em nossas vidas.
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terça-feira, 22 de junho de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
the boy from ipanema
E não é que finalmente vou ficar hospedado no coração de Ipanema. Poderei até abrir a suite para um esquenta prazamigues.
Vejo vocês no Coqueirão, Fronteira, Cafeína, Palaphita, The Week, Antiquarius, Mil Frutas, Quadrifoglio e Teatro Carlos Gomes.
Claro que aceitarei sugestões dos amigos para incluir novos lugares. Principalmente se o tempo não ajudar.
domingo, 14 de março de 2010
e viva a festa da xuxa
Será babado, barulho, confusão e tiroteio, afinal, lá todos dançam o pega, estica e puxa.
Em breve sairá o Save the Date.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
só no rebolation
Calma, não estou falando do rebolation das raves, mas da nova música do Parangolé que é um pagode com esse nome.
Essa será a música do carnaval. Já está entre as mais tocadas por todas as bandas de axé e pagode, repercutindo até mesmo na grande mídia.
Cata o clip e aprenda o passo para arrasar no queijo. Afinal, até mesmo na The Week de São Paulo, no carnaval, costuma rolar um momento micareta, e essa música cai tocar.
E olha, os héteros que sabem dançar isso dão um show de sensualidade.
Essa será a música do carnaval. Já está entre as mais tocadas por todas as bandas de axé e pagode, repercutindo até mesmo na grande mídia.
Cata o clip e aprenda o passo para arrasar no queijo. Afinal, até mesmo na The Week de São Paulo, no carnaval, costuma rolar um momento micareta, e essa música cai tocar.
E olha, os héteros que sabem dançar isso dão um show de sensualidade.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
high high summer
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
fábula
Calma macaca! Não é você que foi para o Serasa mais uma vez.
Agora quem lá está é a casa noturna onde você bate cabelo, que deixou de pagar duas parcelinhas no valor de duas garrafas de Grey Goose. Ou melhor estava, porque já foi determinada a exclusão do nome dela do Serasa/SPC.
Não sabe sobre qual estou falando? É a mesma que não está sem alvará de funcionamento!
Mais uma vez, calma macaca! Ela teve a liminar confirmada em sentença para que a Soninha não vá lá fechar as suas portas. Então o seu bate cabelo está garantido por um bom tempo.
Moral da história: tenha sempre bons
sábado, 15 de agosto de 2009
dalva @ vegas
domingo, 12 de julho de 2009
banheiros antidrogas
A VejaSP desta semana trata da questão dos banheiros antidrogas, onde as casas noturnas tentam, cada qual da sua maneira, a coibir o uso pelos seus frequentadores.
Ao meu ver, as atitudes são todas inócuas e pegam, no máximo, um usuário de drogas inexperientes. Além disso, a responsabilidade jurídica vai para o espaço ao se invadir a privacidade de um cliente.
Isso porque a casa tem de coibir o comércio e o porte. Quanto ao uso de entorpecentes, nem a lei proíbe, que fique bem claro.
Segue a reportagem completa:
Ao meu ver, as atitudes são todas inócuas e pegam, no máximo, um usuário de drogas inexperientes. Além disso, a responsabilidade jurídica vai para o espaço ao se invadir a privacidade de um cliente.
Isso porque a casa tem de coibir o comércio e o porte. Quanto ao uso de entorpecentes, nem a lei proíbe, que fique bem claro.
Segue a reportagem completa:
Banheiros antidrogas
O que as casas noturnas fazem para coibir o consumo de entorpecentes nos toaletes
Por João Batista Jr. - 15.07.2009
The Week: "olho mágico" nas portas permite que seguranças espiem dentro dos reservados
Para dificultar possíveis farras ilícitas dos baladeiros, algumas casas noturnas da cidade decidiram adotar em seus toaletes técnicas à la Big Brother. O objetivo é ampliar a vigilância e dificultar o uso de drogas, sobretudo as aspiradas, caso da cocaína e da ketamina. Na The Week, na Lapa, um buraco de 7,5 centímetros de diâmetro na parte superior da porta do banheiro principal permite que os seguranças vejam dentro dos reservados, que atendem homens e mulheres. Em um mês, os outros três banheiros da casa também vão contar com essa espécie de olho mágico antidrogas. "É um meio de controlar qualquer abuso, e até de socorrer quem bebeu demais", avalia o sócio André Almada. Ele garante que a equipe da boate só espia aqueles com comportamento suspeito. "Optamos ainda por portas suspensas, que permitem essa primeira averiguação." Vãos de 20 centímetros de altura na parte inferior das cabines também estão entre os recursos utilizados pelo Museum, no Brooklin. "Além disso, há pequenas frestas entre as portas", acrescenta Tarik Taha, um dos proprietários.
O advogado Sergio Tannuri, especialista em defesa do consumidor, afirma que essa prática configura invasão de privacidade. Segundo ele, as baladas poderão sofrer processos por danos morais de clientes que se sentirem constrangidos. "Quem vai garantir que não vão observar nem registrar a intimidade das pessoas?", diz. É exatamente esse o receio da estudante Natália Azevedo, de 24 anos. "Já pensou se alguém tira uma foto minha ou faz um filminho com a câmera do celular e coloca na internet?", questiona ela, frequentadora da casa.
Sonique: decoração branca para confundir usuários
Sonique: decoração branca para confundir usuários
O Sonique, na Consolação, construiu um banheiro 100% branco. "Fugimos de criar um clima underground para não estimular o consumo de drogas", conta o sócio Beto Lago. Segundo a psicóloga Silvia Brasiliano, coordenadora do Programa de Atenção à Mulher Dependente Química, da Universidade de São Paulo, tais medidas dificultam o consumo. "Por terem a mesma cor, a cocaína e a tampa da privada podem se confundir", diz ela. Para Elisaldo Carlini, diretor do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, da Unifesp, a espionagem não resolve a questão, pois substâncias sintéticas como ecstasy e LSD podem ser ingeridas em praticamente qualquer ambiente. "Mas qualquer medida para inibir o uso é bem-vinda."
sábado, 11 de julho de 2009
it´s a rainy day
Nada melhor para passar uma tarde chuvosa do que comer, dançar e rir muito com amigos felizes e desinibidos.
Logo mais haverá uma festa julina babadeira nos Jardins.
Já separei a minha chaparreira, a Lacoste xadrez e o Wrangler, porque não sou obrigado.
Logo mais haverá uma festa julina babadeira nos Jardins.
Já separei a minha chaparreira, a Lacoste xadrez e o Wrangler, porque não sou obrigado.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
só sobra pra caninha
Saiu hoje uma reportagem sobre a queda da venda de destilados por influência, principalmente, da elevação do IPI para "bebidas quentes".
Segundo o Valor Econômico, "o brasileiro está este ano consumindo menos destilados, como uísque e vodca. A única exceção é a cachaça."
A razão, segundo os produtores, está no fato de a vodka e o whisky terem a suas vendas através de bares e restaurantes em 40%, enquanto que a cachaça concentra a sua distribuição nessa área em 80% das vendas.
Isso porque nos bares e restaurantes, se vende a dose, que por já ser superfaturada (em alguns casos o preço da dose paga a garrafa), o repasse do aumento não foi passado para o consumidor. Além de a cachaça custar bem menos do que os demais destilados.
Acho um um bom momento para se repensar nos preços absurdos cobrados por algumas casas noturnas com relação às bebidas?
Não digo para não terem lucro (é essencial), mas algo mais real. Antigamente culpavam a consumação mínima. Como não havia um preço de entrada, ela era incluída indiretamente nos preços das bebidas.
Depois, veio a questão da lei (que NUNCA proibiu tal cobrança, apenas determinou que ela não pode ser a única forma) e as casas passaram a transformar o valor cobrado pela consumação mínima como entrada e mantiveram os preços das bebidas.
Pior. Alguns lugares tem a pachorra de cobrarem uma fortuna por bebidas falsificadas.
Ao mesmo tempo, as casas não vem dando o retorno necessário ao cliente, afinal, o mínimo que se exige é segurança e pelo número de assaltos ocorridos sem que aparentemente nenhuma atitude seja tomada pelo estabelecimento, e agora com esse caso de espancamento ocorrido na Cantho no último domingo, onde um amigo da vítima deve de ir até lá para socorrer (mais no Vipado, Tony, Lindinalva, Gui, Carioca e MixBrasil) esse assunto tem de ser colocado em voga e um boicote tem de ser feito junto à Cantho para mostrar a indignação dos clientes, mesmo de pessoas como eu, que nunca colocaram os pés lá.
Poderia começar pelos sites que divulgam baladas, mostrando que têm dignidade e um pouco de independência, cancelando toda e qualquer divulgação da Cantho e negando inclusive anúncios pagos. Ao menos até um pronunciamento digno explicando o seu lado da história.
Segundo o Valor Econômico, "o brasileiro está este ano consumindo menos destilados, como uísque e vodca. A única exceção é a cachaça."
A razão, segundo os produtores, está no fato de a vodka e o whisky terem a suas vendas através de bares e restaurantes em 40%, enquanto que a cachaça concentra a sua distribuição nessa área em 80% das vendas.
Isso porque nos bares e restaurantes, se vende a dose, que por já ser superfaturada (em alguns casos o preço da dose paga a garrafa), o repasse do aumento não foi passado para o consumidor. Além de a cachaça custar bem menos do que os demais destilados.
Acho um um bom momento para se repensar nos preços absurdos cobrados por algumas casas noturnas com relação às bebidas?
Não digo para não terem lucro (é essencial), mas algo mais real. Antigamente culpavam a consumação mínima. Como não havia um preço de entrada, ela era incluída indiretamente nos preços das bebidas.
Depois, veio a questão da lei (que NUNCA proibiu tal cobrança, apenas determinou que ela não pode ser a única forma) e as casas passaram a transformar o valor cobrado pela consumação mínima como entrada e mantiveram os preços das bebidas.
Pior. Alguns lugares tem a pachorra de cobrarem uma fortuna por bebidas falsificadas.
Ao mesmo tempo, as casas não vem dando o retorno necessário ao cliente, afinal, o mínimo que se exige é segurança e pelo número de assaltos ocorridos sem que aparentemente nenhuma atitude seja tomada pelo estabelecimento, e agora com esse caso de espancamento ocorrido na Cantho no último domingo, onde um amigo da vítima deve de ir até lá para socorrer (mais no Vipado, Tony, Lindinalva, Gui, Carioca e MixBrasil) esse assunto tem de ser colocado em voga e um boicote tem de ser feito junto à Cantho para mostrar a indignação dos clientes, mesmo de pessoas como eu, que nunca colocaram os pés lá.
Poderia começar pelos sites que divulgam baladas, mostrando que têm dignidade e um pouco de independência, cancelando toda e qualquer divulgação da Cantho e negando inclusive anúncios pagos. Ao menos até um pronunciamento digno explicando o seu lado da história.
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